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Tratamento ajuda a estabilizar os níveis de glicose por um período prolongado.
Um novo medicamento para o tratamento de diabetes tipo 2 está disponivel no Brasil. O Trulicity, uma caneta que injeta a droga dulaglutida, facilitará a vida de pacientes com diabetes por precisar ser usada apenas uma vez na semana.
O medicamento desenvolvido pela farmacêutica Lilly já era usado em dez países, entre eles Estados Unidos, Inglaterra, Japão e México. A substância estimula o pâncreas a fabricar insulina na presença de altos índices glicêmicos, ajudando no controle do açúcar no sangue.
O Trulicity tem efeito similar ao hormônio GLP-1, que é liberado quando a pessoa se alimenta e estimula a produção de insulina. Em análises realizadas, as pessoas que usaram a medicação tiveram redução de peso e sofreram menos incidentes de hipoglicemia, a baixa concentração de glicose (açúcar) no sangue.
O funcionamento do remédio é parecido com outro já usado por pacientes com Diabetes tipo 2, a Victoza que necessita de aplicações diárias.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 422 milhões de adultos do mundo tem diabetes, ou seja, 8,5% da população mundial sobre com a doença. A dulaglutina, caixa com duas canetas, tem o valor aproximado de R$ 230.
O diabetes tipo 2 é uma doença crônica que afeta a forma como o corpo metaboliza a glicose, principal fonte de energia do corpo. A pessoa com diabetes tipo 2 pode ter uma resistência aos efeitos da insulina - hormônio que regula a entrada de açúcar nas células - ou não produz insulina suficiente para manter um nível de glicose normal. Saiba quais as causas, fatores de risco e tratamento para doença.
Avanços das pesquisas sobre imunoterapia mostram que ela poderá ser usada no lugar de tratamentos mais agressivos.
O câncer é uma das doenças mais temidas atualmente, devido a sua complexidade. O tratamento contra os tumores, mesmo sendo eficiente em grande parte das vezes, vem acompanhado de horríveis efeitos colaterais. Inclusive, no processo da quimioterapia e da radioterapia, quando as células tumorais são destruídas, são prejudicadas também muitas células saudáveis.
Por isso, os cientistas vêm aprofundando as investigações sobre o estímulo ao sistema imunológico. Embora esses tratamentos ainda tenham caráter experimental, a técnica já é uma realidade positiva para alguns pacientes. Um exemplo é o caso de Susanne Harris, que há cerca de nove anos teve um melanoma que não desaparecia com o uso das terapias convencionais.
Em 2013, ela participou de um tratamento experimental: a cada três meses, Suzanne ia a um hospital onde durante meia hora lhe injetavam um medicamento chamado Keytruda. Em menos de dois meses, o tumor já apresentava sinais de regressão. Após 12 meses, já era quase impossível detectá-lo. No final de 2016, ela completará um ano sem tratamento desde que o tumor desapareceu.
Todos os tratamentos com imunoterapia estão fundamentados em ajudar as próprias defesas do organismo a localizarem e erradicarem o câncer. A ação do medicamento Keytruda, consiste em neutralizar uma proteína da superfície das células cancerígenas, conhecida como PD1, que faz com que os linfócitos não lutem contra elas. Uma boa parcela da pesquisa oncológica passa pela ideia de neutralizá-las, para que o organismo consiga acabar com os tumores.
O grande desafio para os cientistas é entender por que essa técnica funciona apenas em algumas pessoas, visto que o tratamento surtiu efeito em apenas 24% dos pacientes. No caso do melanoma, a alternativa traz grandes esperanças, principalmente pela baixa eficácia da quimioterapia e da radioterapia nesse tipo de câncer.
A organização FDA (Food and Drug Administration) norte-americana já aprovou seis tratamentos com imunoterapia. Em um conjunto, a eficiência do tratamento chega a 80%. Porém, Jonathan Cebon, diretor do Instituto de Pesquisa do Câncer Olivia Newton-John, é otimista sobre o aumento desse percentual: "São dados que estão em constante movimento em função dos avanços que vão se apresentando".
Os cientistas ainda pesquisam como fazer para manipular essas células de modo a torná-las mais eficazes no combate aos tumores. Outras técnicas realizam a extração dos glóbulos brancos do paciente, para selecionar aqueles que têm uma atividade antitumoral maior, cultivá-los, ativá-los e, por fim, implantá-los novamente no paciente. Essa metodologia ainda está em uma fase mais experimental.
Uma terceira opção seria a utilização de vacinas. No entanto, não seriam vacinas preventivas, como as do sarampo ou gripe, mas sim terapêuticas, usadas apenas quando o paciente já contraiu a doença. Assim, o sistema imunológico seria alertado sobre a existência do câncer. A primeira vacina desse tipo foi aprovada nos Estados Unidos em 2010 e é usada em alguns tipos de câncer da próstata.
As vacinas poderiam conter a proliferação de células cancerígenas, diminuindo o tumor, eliminando aquelas que não tinham sido erradicadas com outros tratamentos ou evitando o seu ressurgimento. Entretanto, ainda existem muitas barreiras para entender todos os processos do câncer.
O diretor do departamento de imunogenética e vacinas do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, Jay A. Berzofsky, já utiliza as vacinas como instrumento de pesquisas. Os resultados mostraram uma evolução positiva em 75% dos pacientes, porém ela ainda precisa ser comparada com um grupo de controle que esteja submetido a um tratamento com placebo.
O pesquisado Jonathan Cebon calcula que dentro de 10 anos a imunoterapia será capaz de substituir os tratamentos mais agressivos em vários tipos de câncer, como o da próstata, o melanoma, o do estômago e de mama. Contudo, outros cientistas acreditam que mesmo se o tratamento for eficaz, será necessário combiná-lo com uma cirurgia, quimioterapia ou radioterapia.
Além disso, ainda não se sabe se a imunoterapia seria usada para curar o câncer definitivamente ou apenas tratá-lo. Os medicamentos são recentes, os pacientes que usam ainda precisam ser observados, para que futuramente possam descobrir se os tumores retornam ou não.

Tomar refrigerante faz mal à saúde, não só porque contém muito açúcar, mas porque também contém componentes que enfraquecem todos os órgãos do corpo.

Além disso, o refrigerante não tem qualquer valor nutricional e ainda contém elevadas quantidades de sal, que favorecem a retenção de líquidos, levam ao aumento de peso, barriga estufada e pernas inchadas.

A maior parte dos refrigerantes é feito a partir de ácido fosfórico, xarope de milho e potássio, que são substâncias que podem levar a vários problemas de saúde.

1. Diabetes e aumento de peso

Apenas uma lata de refrigerante contém cerca de 10 colheres de sopa de açúcar, o que aumenta bastante os níveis de açúcar no sangue e diminuem a ação da insulina no organismo. Assim, se ingeridos regularmente, os refrigerante podem levar ao desenvolvimento de diabetes.

Além disso, quando os níveis de açúcar no sangue sobem muito rápido, como após beber uma lata de refrigerante, é normal sentir mais fome, o que leva a um aumento de peso exagerado.

2. Enfraquecimento dos ossos e dentes

A maioria dos refrigerantes contém uma elevada quantidade de ácido fosfórico que impede o corpo de absorver o cálcio necessário para fortalecer os ossos. Dessa forma, pessoas que bebem refrigerantes regularmente podem desenvolver problemas como cáries ou osteoporose.

Este ácido fosfórico também dificulta o trabalho do estômago para produzir ácido gástrico, atrasando o processo de digestão e a absorção de nutrientes.

3. Pedras nos rins

Devido à acidez dos refrigerantes, o corpo precisa usar o cálcio, que seria utilizado nos ossos, para facilitar a digestão e equilibrar o pH.

Dessa forma, os rins precisam eliminar o cálcio utilizado nesse processo, o que aumenta o risco de formação de pedras nos rins, devido ao acúmulo de cálcio no seu interior.

4. Aumento da pressão arterial

Os refrigerantes podem levar a um aumento gradual da pressão arterial, especialmente devido as suas elevadas quantidades de sódio e de cafeína.

Além disso, vários estudos indicam que o consumo excessivo de frutose, que é o açúcar presente nos refrigerantes, também é uma das principais causas de pressão alta.

5. Câncer do sistema digestivo

Além das substâncias químicas potencialmente cancerígenas do refrigerante, como o aspartame, estas bebidas contêm um pH muito ácido, semelhante ao do vinagre, que é disfarçado pela elevada quantidade de açúcar.

O único órgão do corpo humano capaz de aguentar esse tipo de acidez é o estômago e, por isso, todos os outros órgãos, como a boca, o esôfago ou o intestino, que entram em contato com este tipo de acidez podem, ao longo do tempo, desenvolver tumores devido às alterações provocadas nas suas células.

Grávidas e crianças podem tomar refrigerante?

O refrigerante faz mal na gravidez porque causa desconforto abdominal, contribui para o aumento de peso e pode provocar retenção de líquidos.

Além disso, os refrigerantes à base de cola, como a Coca-Cola e a Pepsi, têm muita cafeína, que durante a gravidez não pode ultrapassar 200 mg por dia. Se a grávida tomar 2 xícaras de café em um dia, já não pode ingerir mais cafeína.

Os refrigerantes que têm cafeína também não devem ser bebidos durante a amamentação porque a cafeína passa para o leite materno e pode provocar insônia no bebê.

Já nas crianças, o refrigerante pois pode dificultar o desenvolvimento físico e mental, assim como facilitar o aparecimento de doenças como a obesidade e a diabetes. Os refrigerantes devem ser excluídos da alimentação do bebê, podendo-se optar por sucos de fruta, além da água, para uma ingestão de líquidos adequada.

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